27 de novembro de 2014

JIL - Jogos interativos de leitura

JIL ou “Jogos Interativos da Leitura” é uma plataforma que inclui oito histórias da autora Luísa Ducla Soares apresentadas em formato áudio e um conjunto de jogos digitais. Trata-se de um programa de literacia familiar, que procura fomentar interações positivas entre pais e filhos em idade pré-escolar em torno da leitura de livros e desenvolver conhecimentos e competências que são facilitadores da aprendizagem da leitura e da escrita.
A edição do JIL foi financiada pela Rede de Bibliotecas Escolares - Ministério da Educação, pela Câmara Municipal de Matosinhos, pelo CiPsi – Centro de Investigação em Psicologia e pelo CIEC – Centro de Investigação em Estudos da Criança (ambos da Universidade do Minho). Teve ainda o apoio de MIEWCreative Agency.

Para aceder à plataforma clique em: http://jil.miew.com.pt/




25 de novembro de 2014

Onda Pina

No passado dia 18 de novembro, o Agrupamento de Escolas de Ermesinde respondeu ao desafio lançado pelo Museu da Imprensa e aderiu à iniciativa “Onda Pina”, relembrando o escritor António Pina,.
O Serviço de Bibliotecas Escolares divulgou as obras do autor que fazem parte do seu catálogo, um documento com uma pequena nota biográfica e uma seleção de poemas. Nas bibliotecas foram exibidos documentários sobre este excecional escritor.
Muitos docentes colaboraram nesta homenagem, explorando a biografia do escritor, lendo alguns dos seus textos e projetando pequenos filmes nas aulas. De acordo com o testemunho dos professores, os alunos participaram e apreciaram muito esta atividade.

Aqui ficam alguns excertos da Onda Pina que banhou o agrupamento.

20 de novembro de 2014

Vencedores do concurso de escrita criativa de S. Martinho

O Serviço de Bibliotecas Escolares juntou-se às comemorações do Dia de S. Martinho, na Escola Básica D. António Ferreira Gomes e organizou um concurso de escrita criativa, no qual participaram 13 equipas, num total de 99 alunos.

Os participantes foram convidados a elaborar um texto narrativo a partir de uma de duas fotografias. Uma das imagens retratava uma vendedora de castanhas e a outra uma criança a comer castanhas.

E os grandes vencedores foram:

Eis os textos premiados:
O magusto da aldeia do Norte   
Numa manhã de S. Martinho, na aldeia do norte festejava-se o Magusto. As pessoas da aldeia andavam muito excitadas, pois aquela celebração era muito importante para a população da aldeia.   Não era uma aldeia muito conhecida, mas muitas pessoas que viviam ali perto a visitavam, pois era encantadora e tinha umas bonitas paisagens.   Normalmente na aldeia, o magusto festejava-se com muitas pessoas na rua a vender castanhas. Os visitantes que lá iam pela primeira vez compravam montes e montes delas. Também se vendiam outros produtos tradicionais da Terra.   Na aldeia vivia uma velhinha que adorava vender castanhas e que todos os anos as vendia muito bem.Mas as pessoas só lhe compravam as castanhas, pois era muito generosa e oferecia algumas às pessoas pobres. Como as pessoas ficaram muito agradecidas, fizeram-lhe uma festa e foi o melhor magusto de sempre!

5º A, As melhores escritoras da escola

Um modo de viver                
Era uma vez, uma senhora idosa que vendia castanhas, porque não tinha rendimento. Não tinha filhos, nem marido. A venda de castanhas era o seu único “ganha-pão”.
            Certo dia, mesmo em frente da sua banca uma menina dançava e esta chamava multidão.            A partir desse dia, todos os dias, lá aparecia a menina a dançar. Os clientes que outrora compravam castanhas à senhora, começaram a prestar mais atenção à menina, e davam o seu dinheiro à menina.            Com o passar do tempo a menina reparou que a senhora passava dificuldades e que estava a impedir a venda das castanhas. Por isso decidiu doar todo o dinheiro que ganhou à pobre senhora.            Com este ato de solidariedade a senhora e a menina tornaram-se muito próximas, a menina dançava e recomendava às pessoas as castanhas da senhora. Um dia um homem passou por lá e convidou a menina e a senhora a trabalharem com ele no estrangeiro ganhando um bom lucro e tendo melhores condições de vida.            E assim viveram felizes para sempre!

8º A, Pretty Little Winners

18 de novembro de 2014

Fóruns de Leitura

Decorreu, no dia 17 de novembro, na Escola Básica de Sampaio, mais um Fórum de Leitura, que contou com a participação dos alunos dos 3.º e 4.º anos. As apresentações primaram pela originalidade, criatividade e  empenho dos alunos, que exploraram as obras "Amor de Perdição" e "A Fada Palavrinha e o Gigante das Bibliotecas".



Era uma vez um rei
que tinha enorme tesouro:
esmeraldas, diamantes
e muitas moedas de ouro.

Uma fortuna guardada
merecia aplicação.
Ali, fechada num cofre,
ainda chamava ladrão.

(...)

Ergueu um grande edifício,
forrou-o todo com estantes
mandou vir imensos livros
no dorso de elefantes.

(...)

Na biblioteca estudou, 
nela se fartou de rir,
porque os livros também servem,
afinal, para divertir.

Luísa Ducla Soares, A Fada Palavrinha e o Gigante das Bibliotecas




Parabéns aos participantes!




17 de novembro de 2014

Onda Pina

O Museu da Imprensa lançou a iniciativa Onda Pina, para homenagear o poeta Manuel António Pina (1943-2012), na data em que se comemorava o seu aniversário. 
O desafio é proposto às mais diversas entidades associadas,sugerindo-se que sejam lidos poemas de Manuel António Pina, em algum momento do dia 18 de novembro,  em salas de aula, bibliotecas, ou outros locais.
No nosso catálogo possuímos dois livros de poesia deste escritor que podem ser usados nesta iniciativa:

PINA, Manuel António - Poesia reunida. 1ª ed. Lisboa : Assírio e Alvim, 2001. 303 p. ISBN 972-37-0661-X
PINA, Manuel António - Pequeno livro da desmatemática. 4ª ed.. Lisboa : Assírio e Alvim, 2009. 59 p.. ISBN 978-972-37-0668-X

Apelamos a todos os docentes, para que no dia de amanhã, iniciem as suas aulas com a leitura de um poema de Manuel António Pina.

16 de novembro de 2014

Li e... sugiro



Eu, José Carlos Nunes, n.º 13, do 5.º B, estive um dia  com Paula Cardoso Almeida, lendo a obra “Génio Explosivo”.

Agora já sei dizer alguma coisa sobre ti. Queres ver?
O que me contaste era real.
Alfred Nobel nasceu no dia 21 de outubro de 1833, na Suécia. Quando tinha 4 anos, os pais ficaram na falência e o pai teve de abandonar o país.
Alfred Nobel falava várias línguas: sueco, russo, francês, inglês e alemão. Inventou a dinamite, que permitiu a abertura de túneis e de estradas.
Quando morreu, deixou um prémio em testamento a quem ajudasse a humanidade.

Aconselho a leitura deste livro, pois permitiu-me saber muitas coisas desconhecidas.


José Carlos Nunes    N.º 13     E 5.ºB

13 de novembro de 2014

Li... e sugiro

Este livro faz parte de uma coleção juvenil de biografias e conta a história de Marie Curie.
Marie Curie foi uma personalidade muito importante para a Física e a Química, pois descobriu dois dos elementos da tabela periódica: o polónio (em homenagem ao seu país de origem, a Polónia) e o rádio. Estes dois elementos são muito radioativos.
É um livro muito interessante, porque narra o contributo de Marie Curie para a medicina e para a humanidade. Foi pioneira em muitas áreas, a primeira mulher a doutorar-se em Ciências e a receber um prémio Nobel.
Recomendamos a leitura deste livro a todos os alunos do 5.º ano.
Guilherme Pereira     nº 7      E 5.º B
André Gonçalves      nº 15     E 5.º B 


Marie Curie nasceu no dia 7 de novembro de 1867 em Varsóvia, cidade que pertencia ao império russo.
Antes de ir para França, trabalhou como preceptora na casa de um advogado.
Em novembro de 1891, mudou-se para Paris, onde se matriculou na universidade de Sorbonne. Aqui conheceu Pierre Curie, o seu futuro marido.
Com a ajuda de Pierre, começaram os seus estudos sobre a radioatividade. Uns anos mais tarde casaram-se.
Continuaram os seus estudos e, entretanto, descobriram o polónio e o rádio. Após o nascimento da sua segunda filha, Eve, receberam o prémio Nobel da Física.
Pouco depois de Eve nascer, Pierre morreu num trágico acidente quando voltava do trabalho.
Marie recompôs-se e, com a ajuda de alguns colegas, fundou o Instituto do Rádio.
Em fevereiro de 1910, lançou um livro e, pouco depois, recebeu o prémio Nobel da Química.
Em 1921, o presidente dos Estados Unidos da América recebeu Marie Curie na Casa Branca.
Em julho de 1934, Marie Curie morreu de leucemia em consequência do seu trabalho em torno da radioatividade.


Guilherme Pereira     nº 7      E 5.º B
André Gonçalves      nº 15     E 5.º B 
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