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17 de abril de 2020

História de uma baleia branca


Uma proposta de leitura, um possível recurso, a justa homenagem... partiu mais um contador de histórias do Sul ... do Mundo, Luís Sepúlveda


sinopse de uma fábula editada em maio de 2019:
De uma concha apanhada por uma criança numa praia chilena, ao Sul do Mundo, uma voz se eleva, cheia de lembranças e sabedoria. É a voz da baleia branca, o mítico animal que durante décadas tem guardado as águas que separam a costa de uma ilha sagrada para os povos nativos daquele lugar, o Povo do Mar. O cachalote da cor da lua, a maior das criaturas do oceano, conheceu a imensa solidão e a imensa profundidade do abismo e dedicou a sua vida a cumprir fielmente a tarefa misteriosa que lhe foi confiada por um cachalote-ancião, resultado de um pacto há muito tempo estabelecido entre baleias e marinheiros. Para cumpri-lo, a grande baleia branca teve de proteger aquele mar de outros homens, estranhos, que com os seus navios ali chegavam para tirar tudo sem respeitar nada.Foram sempre eles, os baleeiros, a contar a história da temida baleia branca, mas agora é chegado o momento de ouvirmos a sua voz na velha língua do mar.
A perspetiva da Mocha DicK!

Professora Teresa Ferreira

12 de março de 2019

Se eu fosse um livro...

Na Semana da Leitura, sugerimos a obra "Se eu fosse um livro" de José Jorge Letria e André Letria, porque um livro é, sem dúvida, um objeto mágico...



Procura este e/ou outros livros nas bibliotecas do nosso Agrupamento.

1 de março de 2019

O Paraíso são os outros, de Valter Hugo Mãe


A leitura de "O Paraíso são os outros" demonstra a diversidade da língua portuguesa. Este vídeo, da Porto Editora e do realizador Miguel Gonçalves Mendes, convidou leitores de vários países de língua oficial portuguesa para dar voz ao livro de Valter Hugo Mãe e à sua personagem principal, uma menina simultaneamente intrigada e fascinada pelo amor.

Pode encontrar este e outros livros nas nossas bibliotecas!

24 de maio de 2018

24 de janeiro de 2018

Li... e sugiro

Recomendaram-me a leitura do livro "Três chávenas de chá". O insólito do nome suscitou logo interesse. Encontrei-o numa feira e, dei  início à leitura. O envolvimento foi tal que, não descansei enquanto o não terminei. Descreve uma campanha humanitária e solidária fantástica. Greg Mortensen, ex-alpinista americano, falhou uma escalada do pico K2 e é acolhido por habitantes de uma aldeia recôndita nas montanhas do Paquistão. Como forma de reconhecimento da hospitalidade, Greg promete voltar para construir uma escola para alfabetizar as crianças, principalmente as raparigas. Cumpre a promessa e, começa a tarefa de construir outras escolas noutras aldeias. Quem nada tem reconhece o valor da Educação, enquanto que outros que tudo têm a desvalorizam!
Surpreendentemente há dias assisti a uma palestra na minha escola, sobre o trabalho desenvolvido por um português, David Fernandes, fundador da organização "The Big Hand" que, desenvolve o mesmo trabalho humanitário em tudo semelhante ao de Greg Mortensen, só que em território Moçambicano. Ainda há heróis!

Professora Conceição Vasconcelos

24 de janeiro de 2015

Li... e sugiro




E fez-se luz …


 Eu, Solange Maria Ribeiro Carvalho, n.º 18 da turma B, 5.º ano, estive durante 3 dias com a autora Paula Cardoso Almeida lendo a obra «E fez-se luz…».



Agora já sei dizer alguma coisa sobre ti. Queres ver?

Em poucas palavras, foi isto que me disseste:
Antes de Thomas Alva Edison ter inventado a lâmpada, as casas eram iluminadas por velas e as ruas por gás. Em outubro de 1879, Al apercebeu-se de que um filamento de fio de algodão ligeiramente carbonizado, colocado no interior de um globo de vidro,  conseguia produzir luz durante várias horas sem se desfazer. Após milhares de experiências ele tinha finalmente conseguido fazer luz dentro de casa.



A personagem de que mais gostei foi Thomas Edison.











A passagem que mais gostei foi quando Thomas Edison iluminou a Baixa de Nova Iorque e muitos julgaram que ele ia pegar fogo à cidade. No dia 4 de setembro de 1882, Thomas Edison transformou a noite em dia.

Vou dizer o que penso de ti:
Na minha opinião, este livro é muito interessante e didático. Eu dedico este livro a todos os meus colegas porque, quando tiverem uma ideia espetacular, basta dizer «Eureka! Eureka! E fez-se luz …».


Maria Carvalho  E 5.º B