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17 de junho de 2016

Ler faz a diferença! - A6.ºA




O projeto “Ler faz a diferença!”, implementado no âmbito do Referencial “Aprender com a Biblioteca Escolar”, propôs aos alunos de 6.º ano do agrupamento uma atividade de Poesia Visual, a partir da leitura e análise de alguns poemas de Teresa Guedes, retirados na sua obra “Tu escolhes”.
Depois de perceberem o conceito de Poesia Visual, os alunos largaram as amarras da sua imaginação e transpuseram para linguagem visual dois poemas do livro “Eu, nós e os outros” de João Pedro Mésseder.
Na turma do 6.ºA da Escola Básica D.  António Ferreira Gomes esta exploração poética gerou este conjunto de propostas.

16 de junho de 2016

Ler faz a diferença! - A6.ºB


O projeto “Ler faz a diferença!”, implementado no âmbito do Referencial “Aprender com a Biblioteca Escolar”, propôs aos alunos de 6.º ano do agrupamento uma atividade de Poesia Visual, a partir da leitura e análise de alguns poemas de Teresa Guedes, retirados na sua obra “Tu escolhes”.

Depois de perceberem o conceito de Poesia Visual, os alunos largaram as amarras da sua imaginação e transpuseram para linguagem visual dois poemas do livro “Eu, nós e os outros” de João Pedro Mésseder.
Na turma do 6.ºB da Escola Básica D. António Ferreira Gomes esta exploração poética gerou este conjunto de propostas.


Ler faz a diferença! E6.ºA

O projeto “Ler faz a diferença!”, implementado no âmbito do Referencial “Aprender com a Biblioteca Escolar”, propôs aos alunos de 6.º ano do agrupamento uma atividade de Poesia Visual, a partir da leitura e análise de alguns poemas de Teresa Guedes, retirados na sua obra “Tu escolhes”.
Depois de perceberem o conceito de Poesia Visual, os alunos largaram as amarras da sua imaginação e transpuseram para linguagem visual dois poemas do livro “Eu, nós e os outros” de João Pedro Mésseder.
Na turma do 6.ºA da Escola Básica e Secundária de Ermesinde esta exploração poética gerou este conjunto de propostas.


15 de junho de 2016

Ler faz a diferença! A6.ºC

O projeto “Ler faz a diferença!”, implementado no âmbito do Referencial “Aprender com a Biblioteca Escolar”, propôs aos alunos de 6.º ano do agrupamento uma atividade de Poesia Visual, a partir da leitura e análise de alguns poemas de Teresa Guedes, retirados na sua obra “Tu escolhes”.
Depois de perceberem o conceito de Poesia Visual, os alunos largaram as amarras da sua imaginação e transpuseram para linguagem visual dois poemas do livro “Eu, nós e os outros” de João Pedro Mésseder.
Na turma do 6.ºC da Escola Básica D. António Ferreira Gomes esta exploração poética gerou este conjunto de propostas.

2 de junho de 2016

EXPOSIÇÃO DE TRABALHOS – EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA


Como vem sendo hábito, a disciplina de Educação Tecnológica da Escola EB 2.3 D. António Ferreira Gomes, levou a cabo, entre a última semana de maio e o último dia de aulas (9 de junho), a exposição de trabalhos dos alunos das turmas dos 5.ºs, 6.ºs e 8.ºs anos.
Os vários trabalhos expostos retratam estruturas, mecanismos e aplicações da energia, conteúdos abordados nas aulas, que os alunos souberam desenvolver e concretizar de uma forma muito interessante e aplicada.
A biblioteca escolar foi, mais uma vez, o local escolhido para o evento (por ser um espaço privilegiado para a realização deste tipo de iniciativas), que pôde ser apreciado por toda a comunidade escolar.
Prof. Mário Neves

7 de abril de 2016

Exposição/Concurso de Cruzes

Em clima Pascal decorreu nos últimos dias do 2º período e no início deste 3º período, decorreu, na biblioteca da Escola Básica D. António Ferreira Gomes, a exposição de 15 cruzes, no âmbito da colaboração entre o Serviço de Bibliotecas Escolares e o grupo de EMRC.
Mais uma vez os nossos alunos e respetivas famílias participaram nesta exposição com bastante empenho e entusiasmo, apresentando originais e criativas cruzes a concurso.
O júri atribuiu o prémio à cruz da aluna Daniela Vasconcelos, nº4, 5ºC.



1.º Prémio

Parabéns a todos! 

27 de janeiro de 2016

Aprender com a Biblioteca Escolar - Ler faz a diferença!




Enquadrado no Referencial da RBE Aprender com a Biblioteca Escolar, os Serviços da Biblioteca Escolar implementaram um projeto de trabalho colaborativo com os docentes de Português, de 6.º ano, sob o lema "Ler faz a diferença!", no âmbito da literacia da leitura.
A promoção da literacia da leitura visa o desenvolvimento do gosto e das competências de leitura, escrita e comunicação, como condição estruturante da formação pessoal e capacidade de progressão nas aprendizagens.*
O trabalho desenvolvido com as turmas de 6.º ano da Escola Básica D. António Ferreira Gomes, no 1.º período, a partir da leitura e exploração do conto da Europa de Leste "As penas", resultou numa reflexão em pequenos grupos, num debate no grupo turma e num comentário individual ou em grupo sobre a mensagem deste texto, como se mostra neste filme.


Portugal. Rede de Bibliotecas Escolares Aprender com a biblioteca escolar / coord. Elsa Conde ...[et al.],, Lisboa, 2012, p.10

26 de novembro de 2015

Vencedores do Concurso de Escrita Criativa de São Martinho

Parabéns aos vencedores!

Eis os textos vencedores:


O São Martinho

Era uma vez, duas crianças cujos pais tinham morrido. Viviam sozinhos numa casinha abandonada.
Chegara a época de S. Martinho. As crianças foram à aldeia ver se arranjavam algo para comer.
Uma senhora, já idosa, deu-lhes castanhas, cheia de pena das pobres crianças.
- Tomem estas castanhas, meus queridos.- disse a idosa.
As crianças foram felizes para casa e, de noite, acenderam uma fogueira com pedras e paus, para se aquecerem.
Depois da fogueira acesa, uma das crianças teve uma ideia e disse:
- Vamos por as castanhas na fogueira, enquanto está acesa!
- Boa ideia!
Então, assim fizeram.
De repente, veio uma rajada de vento e a fogueira apaga-se.
Depois, tiraram as castanhas da fogueira. Logo abriram-nas e comeram-nas, dizendo em coro:
- Que bom, temos que fazer isto todos os anos!
É por isso, que, todos os anos, se comem castanhas cozidas.
Os 3 criativos, 6ºC
(André Silva, nº2; Ana Rita Belo, n.º1; Beatriz Bispo, n.º3)

Saber ouvir

Tudo aconteceu, tal e qual como a Catarina havia previsto, uma pequena castanha saltou, produzindo um enorme estalido, embatendo de seguida na cabeça do Josué.
-Eu avisei-te, não avisei!? Mas tu não me ligas e depois levas com a castanha, bem feito!
Mas agora perguntam-se, como tudo ocorreu? E aí começa a nossa história…
A Catarina e o Josué foram ao quintal da vizinha roubar castanhas para assar no S. Martinho. Aproveitaram também para apanhar ramos, folhas, pinhas e caruma.
Chegando de novo a casa, acenderam uma fogueira no pátio, com o isqueiro roubado do pai. Feito isto, colocaram as castanhas no fogo, mas antes a Catarina lembrou-se de uma coisa realmente importante: abrir as castanhas.
-Josué, não sejas estúpido, abre as castanhas!
-Não, Catarina, não é preciso, eu roubei as castanhas, sem mim não as tinhas, eu é que sei, vamos assá-las assim, senão entram cinzas lá para dentro e comemos castanhas intoxicadas!
-Depois não digas que não te avisei!
Do nada, a tal castanha saltou da fogueira e acertou em cheio no Josué.
Moral da história: não sejas teimoso, ouve sempre os outros.
Os sem nome, 9.ºA
(Josué Moutinho, n.º9; Catarina Dias, n.º2; Ricardo Brandão, n.º14)

10 de maio de 2015

A propósito do estudo da obra "A vida mágica da Sementinha"



António Alves Redol nasceu em Vila Franca de Xira, a 29 de dezembro em 1911, e morreu a 29 de novembro de 1969.
Queria ser médico, mas, devido à influência do seu avô, bem como do contacto e da admiração pelos jornalistas e escritores, fez com que aos 14 anos começasse a colaborar (com textos) para semanários e jornais.
Foi considerado como um dos expoentes máximos do neorrealismo português.
Alves Redol teve origem nos espaços rurais, com uma infância marcada pela pobreza, já que o seu pai era um pequeno comerciante.
Em função disso, começou desde cedo a trabalhar. Presenciou, desde essa altura, as péssimas condições de vida do homem rural, o que mais tarde se veio a refletir preponderantemente na sua escrita.


José Nunes   E5ºB


Ivan Vladimirovich Michurin
Foi médico e pesquisador russo, membro Honorário da Academia de Ciências da União Soviética, e académico da União das Academias de Agricultura Lenin.
Em 1875, Michurin alugou um terreno com cerca de 500 metros quadrados não muito longe de Tambov, onde começou a recolher plantas, e iniciou a sua investigação em pomologia e seleção.
Em 1899,  adquiriu uma maior faixa de terra, cerca de 130.000 metros quadrados, e levou para lá os seus laboratórios.
Em 1920, logo após o final da Guerra Civil Russa, Vladimir Lenin ordenou ao Comissário Popular da Agricultura, Semion Sereda, que organizasse uma investigação analítica sobre as obras e  realizações de Michurin.
Em 20 de novembro de 1923, o Conselho Popular de comissários reconheceu o "Pomar" de Michurin como uma "instituição de importância para o Estado".
Em 1928, os soviéticos estabeleceram uma Unidade de Pesquisa genética com base nas pesquisas do "pomar" de Michurin, o que acabou sendo reorganizado como o Laboratório Central de Genética em 1934.
Michurin contribuiu significativamente para o desenvolvimento da genética, especialmente no campo da pomologia. No seu laboratório de citogenética, pesquisou a estrutura celular e experimentou poliploidia artificial.
Michurin estudou aspetos da hereditariedade, em ligação com o curso natural da ontogénese e influência externa, criando um novo conceito de predominância.
Provou que a hereditariedade depende da predominância, conceitos sobre a ontogénese, filogénese e sobre a estrutura inicial da célula, além de estudos sobre características individuais dos híbridos e das condições de cultivo.
Nas suas obras, Michurin assumiu a possibilidade da mudança de genótipo sob influência externa.

João Martinho   E5ºB




Mark Carleton nasceu a 3 de julho de 1866, nos Estados Unidos, e morreu a 25 de abril de 1925, aos 58 anos no Peru. Carleton era botânico e ficou conhecido pelo tempo que dedicou ao estudo das diferentes variedades de trigo. Quando esteve a trabalhar na Rússia, Carleton adquiriu uma série de variedades de cereais para testar nos Estados Unidos, sendo responsável pela introdução do trigo vermelho e trigo duro.    

Gonçalo Figueiredo  E5ºB


16 de abril de 2015

Personalidade em destaque

Exposição de Cruzes na BE da DAFG


Ainda em clima Pascal, ao longo das primeiras semanas do 3º período, decorreu, na biblioteca da nossa escola, a exposição de 22 cruzes! Queremos com esta iniciativa levar os alunos e respetivas famílias a refletir, não sobre a morte de Jesus, mas sobre a ponte que este símbolo estabelece com a Vida!
O júri, atribuiu o prémio à cruz da aluna Maria Sá, do 7º C.

Obrigada a todos pelo entusiasmo e empenho! 

A professora Rosa Mary Manso

30 de março de 2015

Semana da Leitura 2015

Sob o lema “Palavras do Mundo”, proposto pelo PNL, o Agrupamento de Escolas de Ermesinde assinalou a 9.ª edição da Semana da Leitura. Ao longo da mesma, as diferentes escolas desenvolveram um conjunto de atividades transversais a todos os níveis de ensino, numa partilha de saberes e de experiências em torno da leitura.
Entre os dias 16 e 20 de março o Serviço de Bibliotecas propôs, a todas as turmas do agrupamento que adotassem um livro, incentivando assim a leitura, na sala de aula, de textos de diferente natureza e em variados registos e línguas.
Nas Bibliotecas Escolares estiveram patentes trabalhos de alunos alusivos aos temas propostos para esta semana, as exposições “Muitas línguas, diversos modos de ler o Mundo” e o “Alfabeto dos Países” (baseada na obra de José Jorge Letria). Na biblioteca da Escola Básica da Bela o aroma e o sabor de outros países invadiram a biblioteca: o gengibre, a flor de anis, a canela, a batata-doce, a malagueta, o café… aguçaram a curiosidade dos mais pequenos e estimularam o paladar.
Na escola sede e na escola D. António Ferreira Gomes, um grupo de alunos e docentes das várias línguas lecionadas no agrupamento, receberam os alunos de 4º ano com a leitura de contos ou pequenas histórias em vários idiomas.
Nas escolas básicas do 1º ciclo, a leitura foi celebrada pelos alunos de 4º ano que adotaram uma turma de 1º ano, para a qual prepararam a leitura da obra de Luísa Ducla Soares “A fada palavrinha e o gigante da das bibliotecas”. A Hora do Conto destinada encantou os alunos do 1º e 2º anos com textos de Guerra Junqueiro, Luísa Ducla Soares e Anthony Browne. Nos 3º e 4º anos a leitura andou à solta através das palavras de Mia Couto, Francisco Duarte Mangas, Michal Snunit, entre outros.
Os mais pequeninos, do Pré-escolar, promoveram maratonas de leitura em que participaram muitos encarregados de educação, criando momentos de partilha e afeto através da leitura.
E porque a leitura pode e deve estar presente em vários momentos da nossa vida, as nossas cantinas foram decoradas com textos em prosa e poesia, porque à mesa também se lê!




16 de março de 2015

Semana da Leitura 2015


Participa nas atividades previstas para esta semana:


  • Hora do Conto (1º e  2º ano).
  • Adoto uma turma (os alunos do 3º/4º anos dinamizam sessões de leitura para os alunos do 1º ano).
  • A minha turma adota um livro (2º ciclo, 3ºciclo, Secundário - seleção de uma obra, ou de um conjunto de textos, por turma e leitura diária de 5 minutos em todas as disciplinas nos dias 16, 17 e 18 de março).
  • Maratona da leitura – participação de familiares em atividades de leitura (pré-escolar).
  • A leitura anda à solta (leitura de textos em diferentes espaços da escola, decoração da cantina…). 
  • Ler em vários idiomas (leitura de pequenos textos em diferentes línguas).
  • Colaboração na comemoração doDia da Francofonia”.
  • Fóruns de leitura na ESE 7º D, 8ºE e 8ºD.
  • Participação na atividade de integração dos anos de 4º ano, na DAFG e na ESE, integrada nos Dias do Agrupamento.
  • Exposição de obras e objetos de diferentes países nas bibliotecas do Agrupamento.
  • Exposição de marcadores com biografias de autores, elaboradas por alunos, na ESE.
Ler é o que está a dar!